domingo, 1 de dezembro de 2013
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
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Estamos certos de que o PDT carrega na sua história a luta de grandes trabalhistas pela democracia e soberania do nosso País. Sabemos que a morte de Getúlio Vargas foi fruto das transformações sociais e com o exílio de Jango e Brizola foi também a esperança de milhares de brasileiros, que foram silenciados pelos anos de chumbo. Resgatamos esta história do antigo PTB para reafirmar as nossas origens. “Como se vê, nós viemos de longe, trazendo nos braços gloriosas bandeiras de luta, grandes vitórias e terríveis frustrações” (como dizia o velho briza). Não é de hoje que carregamos o peso da desigualdade e assumimos a responsabilidade com a educação, e é por isso que entendemos a importância da candidatura própria.
No entanto, convidamos os companheiros a fazer uma reflexão, não podemos sustentar um discurso de oposição se votamos com a situação. Acreditamos que para construir a nossa candidatura o PDT precisa entregar os espaços no governo do estado, e pautar uma política coerente com o nosso programa partidário. Saibamos que para viabilizar um candidato, precisamos debater as políticas de alianças. Afinal, podemos coligar com o DEM?
Que o nosso candidato represente a renovação do PDT e não o sectarismo daqueles que se adonaram do partido. Nos colocamos a disposição para construir um plano de governo que esteja alinhado com a juventude e consiga responder as manifestações populares de junho.
Independente do resultado das urnas não vamos aceitar entrar em um governo a reboque de outros, que o PDT cresça na disputa e sustente um programa trabalhista na oposição.
Esta nota da JSPDTPOA foi lida durante a reunião de coordenadoria da região metropolitana de Porto Alegre - 14.10.2013
CANDIDATURA PRÓPRIA NO PDT
Estamos certos de que o PDT carrega na sua história a luta de grandes trabalhistas pela democracia e soberania do nosso País. Sabemos que a morte de Getúlio Vargas foi fruto das transformações sociais e com o exílio de Jango e Brizola foi também a esperança de milhares de brasileiros, que foram silenciados pelos anos de chumbo. Resgatamos esta história do antigo PTB para reafirmar as nossas origens. “Como se vê, nós viemos de longe, trazendo nos braços gloriosas bandeiras de luta, grandes vitórias e terríveis frustrações” (como dizia o velho briza). Não é de hoje que carregamos o peso da desigualdade e assumimos a responsabilidade com a educação, e é por isso que entendemos a importância da candidatura própria.
No entanto, convidamos os companheiros a fazer uma reflexão, não podemos sustentar um discurso de oposição se votamos com a situação. Acreditamos que para construir a nossa candidatura o PDT precisa entregar os espaços no governo do estado, e pautar uma política coerente com o nosso programa partidário. Saibamos que para viabilizar um candidato, precisamos debater as políticas de alianças. Afinal, podemos coligar com o DEM?
Que o nosso candidato represente a renovação do PDT e não o sectarismo daqueles que se adonaram do partido. Nos colocamos a disposição para construir um plano de governo que esteja alinhado com a juventude e consiga responder as manifestações populares de junho.
Independente do resultado das urnas não vamos aceitar entrar em um governo a reboque de outros, que o PDT cresça na disputa e sustente um programa trabalhista na oposição.
Esta nota da JSPDTPOA foi lida durante a reunião de coordenadoria da região metropolitana de Porto Alegre - 14.10.2013
terça-feira, 10 de setembro de 2013
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Marcos Ajnhorn
Juventude Socialista de Porto Alegre
QUALQUER SEMELHANÇA COM FATOS NÃO É MERA COINCIDÊNCIA!
Em 01 de maio de 2012 assumia o Ministério do Trabalho o então Deputado Federal Brizola Neto. Alçado a condição de mais jovem ministro do Governo Dilma Rousseff o Deputado Federal assumiu o posto com a incumbência de retomar o protagonismo do órgão e dar credibilidade ao mesmo, assolado pelas sucessivas denúncias de corrupção.
No discurso de posse a Presidente enalteceu sua figura, fazendo alusão a história que o mesmo carregava, neto de Brizola e Sobrinho Neto de João Goulart, Ministro do Trabalho no Governo Getúlio Vargas, o governo que mais realizou em prol do trabalhador em toda a história.
Mas ao contrário do que muitos tentaram propagar a atuação de Brizola Neto não ficou adstrita a sua linhagem familiar.
Uma das marcas da seriedade cuja qual foi calcada sua administração a tão contestada Portaria que albergava a “fábrica de sindicatos”, amplamente divulgada pela imprensa, foi corajosamente revogada, depois de anos de sucessivos escândalos.
A Fiscalização do Trabalho foi dinamizada ao ser processada a troca de comando na pasta através da substituição da Secretária de Fiscalização do Trabalho, que já criava mofo na cadeira, pelo Auditor do Trabalho Luiz Felipe Melo, exemplo de seriedade e competência.
E, principalmente, a moralidade foi restabelecida ao órgão através de uma série de ações que tiveram grande resultado concreto.
Mas a política tem dessas e, cedendo as pressões, à tão repugnante governabilidade, a qual o sistema político esta atrelado, o Ministro Brizola não pode dar continuidade a sua gestão.
A turma antes varrida pela “faxina ética” promovida pela Presidente estava de volta.
E juntamente com os “varridos”, os escândalos não tardaram a retornar. Semana passada foi deflagrada a operação “Pronto Emprego”, em que um assessor da Secretaria de Políticas Públicas de Emprego foi preso com R$ 30.000,00 quando embarcava de São Paulo para Brasília.
Nem uma semana se passou e outra operação, denominada “Esopo”, também foi deflagrada.
Nesta, o buraco parece ainda mais embaixo. Foi detido coercitivamente o nº 2 do Ministério do Trabalho, aquele mesmo que já tinha sido nº 2 na gestão Lupi, aquele mesmo que se tornou Ministro com o aval de Lupi e aquele mesmo que com o aval do mesmo Lupi retornou ao posto de Secretário Excetivo. O primeiro a sair na gestão Brizola e o primeiro a voltar na gestão Manoel Dias.
Também, foi preso um Assessor do Ministro. Um mesmo que havia sido exonerado “injustamente” por “questões políticas”, segundo dito à época, e que no dia 9 de julho de 2013 foi novamente nomeado pelo atual Ministro do Trabalho Manoel Dias.
Este último, diga-se de passagem, eleito em 22 de março de 2013 para o Diretório Nacional do PDT, na chapa de Charles Lupi, naquela mesma convenção em que Brizola Neto foi expurgado da direção do partido.
Cada vez mais os interesses e objetivos que levaram a queda do Ministro Brizola Neto e a pressão que foi exercida em cima da Presidente ficam mais claros.
Por fim resta dizer “esta NÃO é uma obra de ficção; qualquer semelhança com pessoas ou fatos NÃO é mera coincidência”.
Marcos Ajnhorn
Juventude Socialista de Porto Alegre
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