domingo, 17 de abril de 2011

0

Morre a escritora Mila Cauduro




Morreu hoje em Porto Legre a escritora e Fundadora do PDT Mila Cauduro.

Mila Cauduro (Zulmira Guimarães Cauduro) nasceu em 1916 e reside em Porto Alegre.

Política, novelista, contista, romancista. Filha do genealogista João Pinto da Fonseca Guimarães e de Alice Tavares Guimarães. Viúva do Conselheiro do Tribunal de Contas Raul Cauduro (1910-1995).

Cursou Normal, Francês e Inglês.

Presidiu a LBA em vários municípios do Rio Grande do Sul. Presidiu a Academia Literária Feminina do Rio Grande do Sul e a Associação Porto Alegrense de Cidadãs; membro da Comissão Estadual da Unesco, do Conselho Diretivo da Revista Rio Grande Cultura. Foi Vice-Presidente nacional do PDT no Rio Grande do Sul, Foi Secretária de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul no período de 1991 a 1994 e Secretária Geral do Fórum de Secretários da Cultura do Brasil de 1992 a 1993.

Recebeu a Medalha da Academia Brasileira de História, em 1986; Medalha Cidade de Porto Alegre, em 1986; Medalha de Prata do Instituto Lourenço de Médici, Itália (primeira personalidade estrangeira agraciada).

Colaborou no Diário de Notícias e Krônika.

Participou em Vozes Femininas, em 1983; Presença Literária de 1987 a 1998; Palavras, em 1999, todas as publicadas em Porto Alegre.

Publicou em Porto Alegre os livros, Chuva miúda, em 1957 (contos); Carta marcada, em 1958 (romance); Além do Silêncio, em 1968 (novela); Tempos depois, em 1972 (novela); O lar judaico, em 1976 (ensaio); A política é um dever, em 1977 (ensaio); Socialismo moreno, em 1983, Vida Partidária, em 1984 e A revolução feminina, em 2003.

O velório esta sendo realizado na capela "J" do Cemitério São Miguel a Almas até as 18:00, quando econtecerá o enterro.

Fonte: Site: PDT/RS

quarta-feira, 7 de julho de 2010

0

O que a Juventude Precisa?

O começo da Juventude vem bombardeado pelas mais diversas informações, é ai que o jovem começa a tomar posições em relação a certos valores, por natureza inicia um período INDIGNADO da vida, onde questiona, e em uma visão mais crítica busca respostas. O momento atual em que vivemos, séc. XXI, vem invertendo a fase das indignações para uma mais conformada com os problemas da sociedade. Sem jovens preocupados com as deficiências do estado fica mais difícil fazer uma política voltada para juventude, por isso procuramos estabelecer debates entre jovens das mais diversas classes, para trazer de volta uma consciência de que a mudança começa através do debate entre a própria juventude.

É preciso radicalizar a realidade com uma visão voltada para o jovem, onde toda juventude tenha oportunidades de garantir seu espaço, seja na cultura ou no esporte, na universidade ou no trabalho, mas que saibamos que isso só se faz quando nos INDIGNAMOS.

“ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição genética”
(Che Guevara
)